"Confira aqui as novidades e tire todas suas dúvidas sobre genética."

Gir Leiteiro

BIG FIV CAL

BIG FIV CAL

 A raça Gir entrou oficialmente no Brasil no ano de 1911 através de uma importação da Índia. A raça se concentrou, inicialmente, no Triângulo Mineiro, região que já era tradicional na criação de gado Zebu, principalmente o Guzerá e o Nelore.

A raça Gir entrou oficialmente no Brasil no ano de 1911 através de uma importação da Índia. A raça se concentrou, inicialmente, no Triângulo Mineiro, região que já era tradicional na criação de gado Zebu, principalmente o Guzerá e o Nelore. A história do gado Gir voltado à produção leiteira começa na década de 1920 nos cafezais paulistas. Nesta época estabeleceu-se um núcleo de criação na cidade de Franca, no interior paulista, que ficou conhecido pela produção leiteira e pela seleção racial.
O Gir Leiteiro é uma raça que apresenta boa capacidade de produção leiteira, além de sua destacada rusticidade. Isto acontece porque os animais estão bem adap tados ao clima nacional e ao sistema de produção empregado na maior parte das propriedades do país – pastagens. A raça alcança uma média de produção leiteira em torno dos 3.233 kg, sob o regime de duas ordenhas (controle leiteiro oficial). A duração de lactação é de cerca de 307 dias e os animais produzem, em média, 12 Kg de leite por dia. A idade ao primeiro parto está em torno de 40 meses, quando o regime empregado é o extensivo, ou seja, pastagem sem maiores cuidados no manejo. Outra importante característica da raça é sua longevidade. É comum vacas com dez crias estarem em atividade leiteira. Apesar de ser uma raça direcionada à produção de leite, o Gir Leiteiro também possibilita a utilização dos animais machos para recria e engorda, possibilitando um ganho adicional ao produtor de leite. Assim como acontece no gado de origem zebuína, o Gir Leiteiro é bastante resistente aos ectoparasitos, principalmente o carrapato. Fonte: ABCGL – Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro.
A raça Gir Leiteiro apresenta como coloração típica a pelagem de fundo claro com pintas avermelhadas (chitas), ou a de fundo vermelho com pintas claras, variando tons entre o amarelo e o vermelho escuro. Na Índia existe a coloração negra, mas é exceção, tanto quanto a coloração branca total. No Brasil, no entanto, são comuns os animais com pelagem de fundo branco, sendo normal que, nesses animais, as orelhas sejam escuras (vermelhas ou azeviche), bem como a região dos joelhos, jarretes e quartelas/coroas. O crânio é ultraconvexo, tanto quanto o perfil. Os chifres são voltados para fora, para baixo e para trás. Lateralmente, os olhos são alinhados com a base dos chifres, ou seja, os chifres nascem abaixo ou na linha dos olhos. A giba – cupim – é bem saliente nas fêmeas e mais avantajada nos machos. As orelhas são pendulares, iguais a uma “folha seca”, formando uma dobra característica na extremidade, voltada para dentro – que recebe o nome de gavião. O Gir Leiteiro apresenta o passo longo. Ao caminhar, a marca do pé atinge a marca deixada pela mão. É uma raça de notável mansidão. Fonte: Revista Gir Online
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Compartilhe este Post!

Leave a Comment

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

*

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Wordpress Themes - Wordpress Video Themes - Wordpress Travel Themes - WordPress Restaurant Themes